Subindo as montanhas (14)
Tyssine consegue se desvencilhar do pequeno lagarto voador, mas logo outros três descem sobre ela. Um consegue morder o seu braço. ---
Um RPG via blog para testar Tagmar 2.0
Tyssine consegue se desvencilhar do pequeno lagarto voador, mas logo outros três descem sobre ela. Um consegue morder o seu braço.
Os pontinhos luminosos se movimentam freneticamente e então Tyssine percebe que são os olhos de pequenas criaturas, semelhantes a morcegos, que saem voando do teto da gruta, onde estavam pousados. A revoada caótica é acompanhada por uma gritaria infernal. Malowi, assustada, agarra-se ao peito da rastreadora.
Tyssine lembra-se de suas próprias palavras na biblioteca do palácio: "A cidade era cortada por uma rede de canais fluviais. Eles são longos demais para surgirem de apenas uma fonte dentro do próprio antigo território de Eldair. Eles devem vir de alguma fonte ou riacho localizados nas colinas mais altas que cercavam a cidade. Por aqui, se este mapa topográfico for preciso, podemos traçar qual seria o caminho natural da água até a cidade."
O rato resiste ao encantamento e foge para dentro da toca.
Astaroth, frustrado com a fuga do rato, voa para o ombro de Fandar.
A alcaidessa se despede de Tyssine.
Garimon sai da estalagem com Fandar e, já do lado de fora, certificando-se de que mais ninguém pode ouvir, murmura:
A alcaidessa deixa seu prato de lado e olha fixamente para Tyssine.
Fandar cura alguns dos doentes, que se levantam e agradecem profusamente, beijando suas mãos.
O estalajadeiro volta com pratos de sopa e uma garrafa de vinho. Serve a todos e se retira. Então Garimon respira fundo e diz:
Diana leva Akanien, Mirwen e o príncipe para uma espécie de galpão.
Um rato atravessa o caminho e a mulher o acompanha com o olhar, permanecendo por isso algum tempo em silêncio, pensativa, antes de responder a Tyssine:.
O vento sopra nos ouvidos de Fandar uma resposta negativa.