A Profecia

Um RPG via blog para testar Tagmar 2.0

15.3.12

Eldair (33)

JessycaFandar Fandar não vê nenhum traço de qualquer tipo de ritual na criatura.

Os três então descem a escada, enquanto a goblin grita.

À frente, Jessyca percebe imeiatamente um forte cheiro de enxofre. Com sua tocha, consegue iluminar archotes nas paredes, mostrando que o porão é um salão ovalado, com cerca de 10 metros de extensão e sete metros de largura na parte mais larga.

Há uma grande mesa de madeira, com diversos potes de vidros com líquidos de cores diversas. Um grande livro está aberto sobre a mesa, com páginas escritas em uma língua estranha tanto para Fandar quanto para Jessyca.

Ao fundo está o que Fandar logo reconhece como um altar demoníaco, com um ídolo esculpido em pedra.

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Tyssine A jovem chora e diz sons incompreensíveis, mas Tyssine sabe o que ela está respondendo:

- Você está com medo e quer que eu me arrisque por você.

26.1.12

Eldair (32)

JessycaFandar Depois de deixar Tyssine aos cuidados de Josafá, que com a ajuda de outros companheiros a leva para dentro de uma das casas, Jessyca e Fandar seguem para a casa do sacerdote goblin.

Ao entrarem, antes mesmo de chegarem ao quarto ouvem a criatura rosnando, enquanto a goblin grita uma palavra repetidamente.

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Tyssine A jovem tenta se erguer, apoiando seu corpo no de Tyssine. Quando abre a boca, as palavras que diz são incompreensíveis, mas, estranhamente, Tyssine parece entender que ela pede:

- Leve-me com você.

28.12.11

Eldair (31)

Jessyca Josafá continua preparando os corpos dos goblins mortos. Os outros humanos recuam amedrontados diante das palavras de Jessyca. Apenas Adíria se aproxima e responde:

- Podemos não ter nos entendido muito bem, mas sei reconhecer a quem devo minha vida e minha liberdade. Vamos.

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Tyssine Em seu delírio inconsciente, Tyssine se vê caminhando por um desfiladeiro, na escuridão. A passagem é estreita, em alguns momentos mal permitindo que a elfa avance pé ante pé, podendo a qualquer momento despencar num abismo cujo fundo sequer se pode ver. no meio do caminho, encontra uma jovem ferida. Ela tem o corpo coberto de penas e está caída no chão, sem poder andar.

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Fandar Fandar examina Tyssine e percebe que seus sinais vitais estão em ordem, portanto a Energia Física não precisa (pelo menos por enquanto) ser curada. Entretanto, o inchaço no pescoço, onde a elfa foi mordida, é grande, e ela apresenta indícios de estar envenenada.

28.11.11

Eldair (30)

Jessyca Tyssine Ao chegar no quarto com as chaves, Jessyca vê tyssine sendo atacada por uma das criaturas monstruosas que estavam acorrentadas à parede. Surpreendida, antes que possa esboçar um movimento de defesa a elfa leva uma mordida no pescoço e cai desacordada. Da ferida em sua garganta escorre uma gosma borbulhante.

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Fandar Josafá começa a empilhar os corpos dos goblins, com a ajuda de alguns dos outros sobreviventes, enquanto o sol já se encaminha para o horizonte.

Astaroth grita, chamando a atenção de Fandar, e voa em círculos, aos poucos afastando-se rumo aos limites da cidade.

29.10.11

Eldair (29)

Jessyca Jessyca abre a porta e nada acontece. Olhando pela fresta, vê que se trata de um quarto, com uma cama e uma pequena mesa, sobre a qual há uma moringa de barro e uma vela apagada.

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Tyssine Sem qualquer utensílio apropriado, Tyssine tenta abrir a fechadura mas acaba quebrando o pulso da goblin, que grita de dor, contorcendo-se e chorando. As outras criaturas também se agitam.

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Fandar Ouve-se um corvo gritar. Fandar reconhece Astaroth, que voa em círculos sobre a pira funerária e em seguida pousa sobre o cadáver de um goblin, arrancando um pedaço de suas entranhas com uma bicada.

9.10.11

Eldair (28)

JessycaTyssine Tyssine abre a porta da direita e encontra um quarto em que criaturas monstruosas estão acorrentadas às paredes. Uma delas é parte humana, parte goblin, e com garras que parecem ser de lobo. Outra parece um cão coberto de penas. Há ainda um porco com uma cabeça humana. Todas parecem mortas, inconscientes ou agonizantes.

No canto, também acorrentada, está uma goblin, encolhida, assustada, trêmula.

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Fandar "Sim e não", responde Josafá. "Existe uma relíquia no templo, um objeto de grande poder, e era isso que aqueles profanadores imundos estavam tentando encontrar. O que eles não sabiam, e nem poderiam saber, é que nunca seriam capazes de encontrá-la, e se a encontrassem não poderiam usá-la. Sacerdotes melhores do que eu tentaram e não foram capazes. Só o Predestinado poderá fazer isso", explica, e em seguida começa a recitar uma prece enquanto caminha em torno da pira onde já se amontoam os corpos.

30.8.11

Eldair (27)

JessycaTyssine Quando Jessyca e Tyssine se aproximam, sentem um cheiro pútrido vindo de dentro da casa, como de corpos em decomposição.

A porta por onde saíram os mortos-vivos está entreaberta. Não dá para ver nada dentro da casa, está tudo escuro lá dentro.

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Fandar Adíria ajuda Fandar a reunir os sobreviventes e avaliar a situação. Oito deles estão gravemente feridos (com EF abaixo de 0). Há também cinco mortos.

- Se eu estivesse em condições de invocar os poderes de Palier, talvez pudesse ajudar. Mas vou precisar de pelo menos um dia para o meu ritual de purificação - lamenta Josafá.

1.8.11

Eldair (26)

JessycaTyssine Fandar Os sobreviventes se reúnem em torno de Tyssine, soltando brados de vitória, alguns deles com cabeças de goblins espetadas nas pontas de lanças ou ancinhos. Adíria, porém, apoiando-se num bastão, silencia a todos com sua mão erguida e diz:

- Talves ainda seja cedo demais para cantar vitória. Não vi Gorka, o sacerdote, e nem Sugrieg, o chefe, no meio do combate. Isso para não falar do traidor Guma.

As palavras caem como um balde de água fria no ânimo da multidão.

Nesse momento, Jessyca chega à praça, ainda esbaforida e com o rosto avermelhado da fúria e do combate.

Fandar consegue estancar o sangramento, mas ainda demanda cuidados.

21.7.11

Eldair (25)

JessycaTyssine Fandar Jessyca crava sua espada nas costas do goblin. A lâmina atravessa o corpo e sai pela frente, ferindo Fandar. Insensível a tudo o mais, Jessyca sai correndo, procurando os outros goblins em fuga.

Josafá põe as mãos sobre o ferimento do sacerdote e, de olhos cerrados, entoa uma invocação.

Tyssine, mais lenta por estar carregando Adíria nos braços, chega e encontra Fandar ferido.

25.6.11

Eldair (24)

JessycaTyssine A espada de Jessyca dizima os adversários que tentam retomar a varanda: dois goblins caem, um deles com a ajuda de uma facada da garota humana. Ao mesmo tempo, Tyssine derruba um arqueiro que se aproximava da zona de combate.

Os outros prisioneiros, porém, começam a dar sinais de fadiga. Para piorar as coisas, o brado de incentivo de Jessyca surte o efeito oposto ao desejado, e a maioria dos que ainda lutavam começa a fraquejar e foge. Agora, Jessyca e Tyssine contam apenas com a ajuda da garota e mais dois humanos contra 10 goblins, que cercam a varanda da casa.

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Fandar Fandar derruba o arqueiro goblin e ouve alguém gritar do alto da casa:

- Muito bem! Menos um.

Olhando para lá, vê Kador, o humano a quem Jessyca emprestara seu arco.

Antes que os dois possam comemorar, porém, a correria recomeça em sentido oposto: vários humanos vem fugindo de volta para a casa, com goblins em seu encalço.

27.5.11

Eldair (23)

JessycaTyssine Jessyca consegue abrir um profundo corte no ventre do seu oponente, que tomba desacordado. Em seguida, se lança sobre o terceiro arqueiro goblin, que, sem ter uma arma de combate corpo a corpo, prefere fugir.

Tyssine chega ao local do combate, e, atacando por trás, derruba um dos esqueletos. A menina e Etor, juntos, dão conta do segundo.

A contagem agora é de cinco goblins (um deles, o arqueiro desarmado) e um esqueleto contra Jessyca, Tyssine e mais oito humanos.

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Fandar Fandar e Josafá saem da casa e se surpreendem ao ver vários goblins correndo pelas ruas antes vazias. Um deles, ao ver os dois, vem em sua direção de lança em riste, mas é abatido com uma flechada em pleno peito.

9.5.11

Eldair (22)

Jessyca Três goblins arqueiros surgem na varanda e começam a disparar contra os humanos. Enquanto isso, seis soldados deixam a casa pela porta principal e enfrentam os invasores com seus gládios. Outros dois saem pela porta do lado esquerdo, perseguindo os humanos.

Jessyca corre para se juntar ao combate, quando a porta da casa do sacerdote se abre e de dentro saem três corpos descarnados, avançando em movimentos lentos porém sem hesitação.

Quando Jessyca chega à casa consegue de cara derrubar um dos soldados goblins. Porém, três humanos do grupo que tentou o assalto à porta da frente já estão fora de combate.



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Tyssine Etor e a menina observam atentamente as instruções de Tyssine. Porém, Galino, incapaz de se levantar, diz:

- Sigam sem mim. Ficarei aqui pedindo aos deuses que os ajudem. Apenas me levem para junto da porta. Se algum desgraçado ainda voltar aqui, terei uma última chance de tentar uma punhalada.

Saindo da casa, Tyssine ouve o som do combate vindo da direção da casa do chefe da aldeia.

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Fandar Josafá ouve o relato de Fandar, fitando-o com olhos esbugalhados. Depois, solta um longo gemido de desespero e bate com a cabeça nas paredes repetidas vezes.

- E Klarion? O que foi feito de Klarion? - pergunta, enquanto se deixa mais uma vez cair no chão.

9.4.11

Eldair (21)

Jessyca A casa do sacerdote, tendo à frente as duas estátuas de pedra, é uma construção pequena, com uma porta e três janelas, todas fechadas.

A casa ao seu lado, a de Sugrieg, tem dois andares e é cercada de árvores secas. Há também um poço do lado direito. A porta e as janelas do primeiro andar estão fechadas. Mas há uma janela aberta no andar de cima, na parede lateral.

Dois dos guardas estão na varanda. Os outros estão em frente às laterais da casa.

Nenhum dos humanos que foram com Jessyca tem um arco.

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Tyssine A menina concorda com a estratégia e dá a volta por trás da casa com Galino e Etor.

Tyssine encontra a porta da frente trancada. Não consegue abrir por fora, será preciso arrombá-la.

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Fandar O velho Josafá, com os olhos vidrados e fixados em algum lugar perdido, fala com sua voz trovejante:

- Quando os orcos profanaram esse solo, os deuses ordenaram que ninguém e nada mais vivesse aqui. Por quatrocentos anos Eldair foi um deserto. Mas agora que a ordem foi desobedecida, o castigo virá para todo o reino. Para o mundo inteiro! Os deuses já abandonaram este lugar, e logo vão abandonar todo Tagmar para que sofra as consequências dos seus atos!

2.4.11

Eldair (20)

Jessyca Um rapaz chama a atenção de Jessyca para uma casa com duas estátuas de pedra, parecidas com o ídolo que estava sendo colocado no templo, uma de cada lado da entrada:

- Essa casa é onde vive Gorka, o sacerdote. Não devemos entrar, é amaldiçoada. É melhor irmos para aquela outra ao lado, que é a de Sugrieg, o líder deles.

De longe, Jessyca vê que quatro goblins montam guarda na frente da casa de Sugrieg.

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Tyssine A menina responde a Tyssine:

- Essa é a casa de Bangar, o mestre dos lobos. Sim, tem uma entrada pelos fundos. As portas devem estar abertas, ele não tem medo de que alguém entre. Se bem que, depois da confusão de ontem à noite, não dá para ter certeza. É melhor tomar cuidado, ele e bem mais durão que os goblins comuns. Tem mais três que vivem aqui. Quero ver se sem os seus lobos para montar eles são tão corajosos.

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Fandar Uma mulher responde a Fandar, desanimada:

- Não sabemos de nada. Esses malditos só nos fazem trabalhar, carregar pedras, cuidar das plantações, cortar lenha. Não sabemos o que eles vieram fazer aqui. Josafá diz que eles querem despertar um demônio, mas você viu como ele é, não dá para acreditar no que ele fala.

19.3.11

Eldair (19)

Jessyca Tyssine Fandar A menina olha para Jessyca com olhos duros como o aço e responde:

- Se é assim, vamos. Mas eu a farei pagar caro se alguma coisa acontecer ao meu avô.

Depois disso, ela entrega picaretas e facões a alguns prisioneiros:

- Etor, Galino, vocês dois vem comigo. Vamos atacar a casa dos lobos com a elfa. Kador, você sobe no telhado, será um bom ponto para vigiar e disparar algumas flechadas quando for preciso. Os outros, sigam essa moça - orienta, apontando para Jessyca.

Enquanto isso, Jessyca liberta os dois homens desacordados, mas eles continuam inconscientes.